Vídeos Fresquinhos

11 05 16


Olá!

Segue vídeos fresquinhos do meu canal do Youtube.


Confere aí ;-)




MAIS COISAS LEGAIS :)

10 04 16


Lembra que estes dias postei algumas ideias de como manter os materiais escolares conosco mesmo depois deles terem terminado sua missão principal? Olha isso:




Então, passando pela net aqui e ali, encontrei mais estas maneiras e não posso não registrar aqui estas ideias. MUITO BACANA E FOFO!


*Obrigada por tudo!*


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ETAPAS DO ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO

01 04 116



Etapa 1 – Entrevista Inicial (análise de demanda, acertos e programação de agenda)

Etapa 2 - Objetivos / Know-How

Etapa 3 - Testagens / Estimulação

Etapa 4 - Estimulação / Intervenção

Etapa 5 – Retorno / Intervenção / Novos agendamentos.


Gostaria de deixar registrado que essa é uma ideia pré-pronta dos passos do atendimento psicopedagógico que eu costumo seguir. Em alguns casos, determinados “passos” não se referem a um dia de atendimento específico, mas sim a etapas que buscamos atender, com a ajuda da família onde o paciente está inserido.


O atendimento psicopedagógico é voltado para a construção do conhecimento e não deve ser tratado como um “produto final”.  Utilizamos diversos recursos: dramatizações, jogos, leituras, diálogos, desenhos, projetos e outras maneiras desde o primeiro atendimento. Essa é a programação, mas é bem comum o paciente trazer uma nova demanda que deve ser administrada no decorrer do encontro. Não temos como ignorar um pedido de ajuda que normalmente se revela em meio a palavras e atitudes que surgem durante o atendimento.


*Obrigada por tudo!*


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PSICOPEDAGOGIA: O QUE? COMO? QUANTO?

31 03 16


É bem comum a gente não gostar daquilo que não conhece. Isso acontece com todas as áreas da nossa vida. Com a Psicopedagogia não é diferente. É comum as pessoas buscarem por previsões: quanto tempo vai levar até “melhorar”? Quantos atendimentos? Como é cobrado? O que vai ser feito? Etc.

A Psicopedagogia por si só já é envolta por um grande mistério, porque não é Pedagogia e também não é Psicologia. Mas então Elis, como funciona? O que vai acontecer quando eu começar o meu atendimento? É sobre isso que pretendo esclarecer aos pouquinhos nos próximos posts.

Bom, vamos por partes.

É inevitável, vou ter que usar o lugar-comum e dizer que vai depender de cada demanda e cada profissional. Mas podemos tentar refinar esta informação.

O primeiro encontro já é muito importante. É ali que o profissional começa a estabelecer o vínculo com paciente e os responsáveis. Irão se conhecer, verificar se há empatia, se a ajuda que aquela pessoa precisa é realmente psicopedagógica. Existem diversas abordagens na Psicopedagogia e, se você não tiver tido uma boa experiência com uma delas, não descarte as outras. Aproveite que há mais opções e não desista. O tempo que você vai investir em você e em quem você ama vai valer a pena.

Se todas as partes se entenderem na maneira de trabalho, o profissional apresenta a metodologia de trabalho, frequência inicial e valores. Eu costumo oferecer valores diferenciados para de encontros pré-agendados, no consultório. 

Ofereço algumas alternativas para as famílias que me procuram. Muitas não podem, por “n” motivos, ir até o consultório. Então combinamos atendimentos à domicílio. Então nesse caso, os valores variam de acordo com o local de atendimento.
Sugiro sempre, sempre, sempre, fazer contato, conversar. Estamos sempre à disposição para esclarecimentos. Quem atua na psicopedagogia tem um perfil curioso e ativíssimo! É sempre uma alegria muito grande quando nos procuram, nem que seja só pra dar um oi.

*Obrigada por tudo!*


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DELICINHAS!!!

25 03 16


Ainda no assunto sustentabilidade, me corta o coração descartar material escolar. Cadernos nunca vão fora, aproveito eles até não dar mais mesmo, ou virarem bandeirinhas de Festa Junina. Yes!


Falando em materiais escolares, andei lendo um material que me chamou muito a atenção:

Há quem prefira o bom e velho lápis de madeira, mas - sempre tem um “mas” - o único problema é que a fabricação se baseia na extração de madeira da mata. A boa notícia é que já é possível encontrar lápis feito a partir de madeiras reflorestadas, como a linha Ecolápis, que pode ser reutilizado no final da vida útil.


Ecolápis (aquele ali de cima)

No lugar da borracha, ele possui uma cápsula com semente. Quando o material chega ao ponto que não dá mais para ser usado, ele pode ser plantado em casa, no escritório, ou em sala de aula. Em algumas semanas o seu toco de lápis se transforma em uma planta. Esse merece meu "oihn!" certo. 

A ideia foi desenvolvida pelo curso de design de produto no MIT, onde os alunos foram convidados a criar um produto eco-friendly para o escritório do futuro. As sementes variam entre flores, frutas, verduras e hortaliças.


Tem esse aqui também adorei: 1+1=1


Que tal minimizar o número de pontas de lápis jogadas fora transformando transformar os dois restos “inúteis” em um só e mandar a ver! Esse é um conceito do 1+1=1 (adorei, até pensei em uma adaptação mais grossa pra quem tem probelms na motricidade). Trata-se de um objeto simples e útil criado pelos designers Hoyoung Lee, Youngwoo Park e Jinyoung Park.

Simples e muito eficiente para reduzir o desperdício e a quantidade de novos lápis produzidos, o 1+1=1 é uma alternativa criativa para um problema tão comum.


Bijuterias coloridas


Atenção: Sugestão para interdisciplinaridade com os profes de Matemática, Artes e Inglês ;-)

Os tocos de lápis de cor podem ganhar uma nova funcionalidade e, dessa vez, como acessório. A designer francesa, Gabrielle Blair, viu no material escolar de seus seis filhos a matéria-prima para sua linha de bijuterias. A transformação é bem simples, segundo Blair, e melhor ainda, com custo quase zero. Basicamente, é necessário apenas uma furadeira, linhas de náilon colorida e cola, para criar colares e broches criativos.


Tem estas outras sugestões que eu curti muito:




Gostaram?

Tem mais alguma ideia? Faz contato comigo!


*Obrigada por tudo!*


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YOUTUBE + 2 no Canal

24 03 16

Tem mais 2 vídeos meus no Canal do Youtube. Já está lá a um tempinho mais esqueci de colocar aqui também.


Se quiser e puder, assiste, assine, curte... essas coisas todas.


* Obrigada por tudo! *


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A VIDA É MUITO LOUCA NÉ?

24 03 16



Como assim: "A vida é muito louca, né? + Imagem de azeites???? Calma! Já explico.


Coisas não muito boas acontecem de vez em quando, e é a gente que vai lá e decide o que vai fazer com aquela nova situação. Isto vale pra qualquer área da nossa vida. Uma situação desagradável, imprevistos, crises, assunto tão mencionado atualmente, enfim... Coisas que acontecem. Nós precisamos encarar de frente a situação e decidir o que vamos fazer.


O fim de algo, por exemplo: é algo que acontece, de maneira prevista ou não, e pode representar um recomeço.

Tenho pensado e tentado praticar uma concepção que estava fomentando a bastante tempo, e agora tivemos a oportunidade de colocar em prática.


Estamos buscando a sustentabilidade na medida do possível, ainda temos um longo caminho a percorrer, mas estamos no caminho.

Buscamos aproveitar tudo o que passa por nós. Por exemplo, esses dias fui na casa de uma amiga, comemos uma pizza e “matamos” o restinho de azeite de oliva que ela tinha. Quando ela foi colocar o vidrinho fora, fiquei com uma pena! Era tão, mas tão fofo que pedi pra eu levar pra casa. Vamos colocar outro tempero naquele vidro.


Daí tu me diz: “Elis, eu tô cheia de vidros!” e eu te respondo “Dê!” Oferece para algum conhecido, um vizinho, ou deixa numa caixinha, na frente de casa ou na portaria do prédio, escrito: “Doação”. Pronto. Talvez, alguém que tu não conheça, passa por ali e aquilo vai ser interessante pra ela. Sem falar que vira e mexe, a gente dá uma procuradinha na Internet sobre o que fazer com aquelas coisinhas que a gente não vai usar... vamos colocar as crianças pra fazer a busca junto. Elas vão adorar!


Dá pra tentar, né?


*Obrigada por tudo!*

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Não faça pela criança o que ela pode executar sozinha

15 02 16


A internet é maravilhosa. A gente procura uma coisa e de repente... pahhh... encontramos algo que faz a gente parar e pensar: Bah, concordo com isso!


Então, o texto abaixo texto descreve muito do que eu penso.

Se você não pensa desta maneira, não tem problema: respeito, mas não concordo.


"Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da área de psicologia, antropologia e sociologia da Universidade da Califórnia, analisou famílias de classe média em seu dia a dia (não em “laboratório”), e chegaram a conclusões que não permeiam só o ambiente norte americano, mas sim uma realidade para famílias que tem pouco tempo para seus filhos. O estudo mostra que cada vez mais as crianças estão dependentes de seus pais, que os tratam como sendo “centro das atenções”. Veja mais sobre esse estudo nesse link: http://www.wsj.com/articles/SB10001424052702304450004577277482565674646.


Percebemos não só nos Estados Unidos, local do estudo, que com um dia a dia cada vez mais agitado, pais e mães com no máximo 4h/dia de tempo útil com seus filhos (acordados, quando podem ensinar), a culpa reina. E muitos, quando estão com as crianças, ficam mais tendenciosos proporcionar alegrias, fazer tudo aos seus filhos (mesmo o que eles podem fazer sozinhos) do que ensiná-los responsabilidade, por falta de tempo com elas. Superprotegem ao invés de dar-lhes independência.


Não estou generalizando. Conheço muitos que trabalham – e muito – fora e ainda assim prezam por disciplinar seus filhos, mesmo em 3-4 horas por dia em que estão juntos. Priorizam isso à fazer a vontade dos pequenos, o que é muito custoso a eles, afinal muitas vezes que educar muitas vezes implica em desagradar e dói desagradar em tão pouco “tempo líquido” juntos.


Apesar de conhecer muitos pais conscientes, não é a grande maioria que tem esse comportamento responsável perante a formação do caráter de seu filho e, infelizmente, passam a “tarefa chata” para outra pessoa resolver no dia seguinte, o que nem sempre é tão efetivo quanto se os pais o fizessem. Quem educa é pai e mãe, não babá e escola. Estes tem que ser responsáveis por tomar conta e continuar a educação iniciada em casa pelos pais.


Mesmo levando em consideração que educar implica em desagradar a criança, não concordo com aqueles que entendem que educar implica em impor tudo, desrespeitando os sentimentos da criança em itens que não necessariamente precisam ser negligenciados. Criança não é um quintal nosso, onde fazemos o que queremos.


É um ser único que deve ser preparado para o mundo, não para nossas vontades e caprichos. Estes dias escrevi um post que gerou muita polêmica: sobre respeitar as crianças que não querem ter contato físico (nesse link: http://www.mamaeplugada.com.br/2015/12/nunca-obrigue-seus-filhos-a-dar-beijos-e-abracos-em-parentes/). Vejam bem: respeitar isso não quer dizer não educa-las! Cumprimentar com cordialidade é diferente de obrigar o contato físico.
Respeito minha filha em seus sentimentos, mas não faço todas as suas vontades. Ela tem obrigação de ser educada, cumprimentar, falar bom dia, agradecer, pedir licença, arrumar seus brinquedos após brincar, comer, escovar os dentes, tomar banho… Mas o que diz respeito a ela, como ser único em formação, não me acho no direito de intervir: ela é mais tímida, quieta, não preciso obriga-la a fazer algo que não é da natureza dela só para agradar os outros. Preciso orientá-la a viver bem e feliz em sociedade, dando-lhe autoconfiança e saúde emocional.


E, ao contrário do que muitos pensam, por saúde emocional não se deve entender fazer tudo o que a criança quer é muito menos fazer tudo por ela, mas sim mostrar que ela é capaz de fazer as coisas, sozinha.


Ela tem obrigação de escovar os dentes, né? Se ela consegue escovar sozinha, por que vou ficar escovando para ela (posso no final da escovação, só ir lá dar “aquele retoque”). Isso faz com que a criança adquira confiança e responsabilidade.
E por responsabilidade, acho que podemos começar em casa desde muito cedo. Dar funções a crianças que elas são plenamente capazes de cumprir e, se não o fizerem, outras pessoas da casa sofrerão as consequências. Isso é um jeito simples e no aconchego do lar de mostrar desde cedo que o que um deixa de fazer, joga para as costas do outro. Ou seja, sua preguiça implicará em sobrecarregar o outro.


Ninguém aqui está propondo que você peça para seu filho limpar a casa enquanto você fica de pernas para o ar lendo jornais. Mas sim propor algumas pequenas tarefas que ele já poderá executar a partir dos 2 anos de idade, conforme tabelinha abaixo. Lembrando que eles estão aprendendo e isso implicará SUPERVISÃO DE UM ADULTO.


Descrição: img_2423

Lembrem-se: a gente ensina valores através de exemplos e dentro de casa. Educar não é fácil e está longe de ser fazer tudo pela criança. Mesmo criando com apego, como tenho muita simpatia, também prevê que devemos ensinar responsabilidades.
Então, vamos arregaçar as mangas, não importa o tempo que você tenha com seus filhos, e mãos à obra: ensinar senso de significância, responsabilidade de seus pequenos afazeres, cordialidade.


Além de estar educando para o mundo, essas pequenas atitudes são excelentes maneiras de combater o egocentrismo inerente às crianças e criar com sólida base em autoconfiança."


Achei este texto no Blog Mamae Plugada.


*Obrigada por tudo.*


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YOUTUBE - É o canal!

27 01 16

Sempre pensei em gravar "coisas" sobre a Psicopedagogia, mas nunca havia pensado em como efetivar a ideia.

Tenho muitas ideias "encaixotadas" na cuca, sugestões, dicas de livros, dicas de jogos, como adaptar alguns livros e jogos... Até que surgiu uma primeira ideia de gravar audios pra mim mesma (fiz isso várias vezes). E a partir disso, pensei em tonar esses áudios, vídeos. Por isso, criei um Canal no Youtube sem muita pretenção. vamos vendo o que acontece.


Se quiser e puder, assiste, assine, curte... essas coisas todas.


* Obrigada por tudo! *


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COMEÇANDO 2016 REALIZANDO PROJETOS (Oba!)

20 01 16

   Como é bom finalizar objetivos, né? Podem ser os mais mirabolantes de todos os tempos, como uma ação diária ou pré-agendada que dá certo.

   Comecei o ano com um pequeno objetivo. Era de compartilhar pequenas mensagens, no decorrer do mês de janeiro, sugerindo algumas atividades legais. Parece bobo, né? Mas me diverti pesquisando, criando... ou seja, "bolando" estes posts tão singelos. 


   





   Postei aos poucos na página do Facebook, e agora, coloquei aqui também.

   Espero que gostem.


   Obrigada por tudo!

   Elis.


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MUDANÇA PRA CÁ

13 01 16



Estou deslocando pra cá, minha página do Facebook. 

Acho que aqui vai ficar mais organizado... tudo mais à disposição, mais acessível. Acho que aqui vou escrever mais. Vamos ver o no que vai dar.


Vou fazendo aos poucos, até ficar bem como eu quero.

Obrigada por tudo.

Elis.

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